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É só o frio chegar e a imagem de um ambiente acolhedor, aquecido por uma bela lareira, logo vem à mente. Afinal, nada é mais gostoso do que curtir um vinho embalado pelo bate-papo com os amigos ou a família em torno do fogo. Veja cinco exemplos.
No meio do living
Antes mesmo de projetar a casa, os moradores já sabiam que uma lareira não poderia faltar. Afinal, o terreno fica numa cidade próxima a São Paulo, onde a temperatura é cerca de 3º C mais baixa do que na capital. Para aquecer e também criar um elemento marcante na área social, o arquiteto Waldir do Amaral instalou uma coifa poderosa entre a sala de estar e a de leitura. “Assim, ela serve também como um divisor de ambientes”, diz Waldir. Ao redor do fogo, uma grande área de apoio em balanço expõe objetos e livros.

Granito preto (DTL) reveste a base da lareira. A coifa, desenhada por Waldir, é de chapa de aço e leva pintura de alta temperatura (execução da Construflama). Tapete da By Kamy e pufe de feltro da Benedixt. Sobre a lareira, vaso da L
Detalhe clássico
Colecionador de arte, o morador desta casa procurou o designer de interiores Oscar Mikail logo que comprou o imóvel: ele queria imprimir um estilo mais clássico à sala de lareira, que abriga parte de seu acervo de obras. Oscar retirou, então, a moldura existente, de mármore travertino, e a substituiu por um frontão antigo de mármore carrara esculpido. Sobre a peça, um lugar de honra ficou reservado para uma pintura italiana do século 18. Moderna, a tela de proteção da lareira faz o contraponto.

O frontão entalhado foi comprado na loja Augusta 664. Ele sustenta copinhos com velas (Le Lis Blanc Casa). Sobre a mesa de vidro e aço (MTM), vaso de cristal da Grifes & Design com arranjo de Toioco Kamogawa. Poltrona de estilo anos 1940 da Vermeil.
Surpresa na estante
Além de ser o centro da casa, esta sala de estar serve também como a integração entre os dois jardins laterais. Projetado pelos arquitetos Sergio Kipnis e Marina Grinover para ser o ponto de encontro da família e dos amigos, o ambiente se tornou ainda mais acolhedor com a instalação da lareira. A atração fica por conta do local inusitado que ela ocupa – o meio da estante de alvenaria branca – e pela chapa metálica pintada de amarelo-ovo, que esconde a coifa.

A estrutura da lareira é um kit pré-fabricado (Construflama) que foi encaixado na alvenaria. À frente da coifa, a chapa metálica forma um colchão de ar que é aquecido quando a lareira está ligada. O ar quente sai pela fresta da chapa e também leva calor para o ambiente. Na estante, aquarela de Santuza Andrade e objetos da Benedixt. Sobre a mesa de centro, esculturas de Elaine Gomes (Monica Filgueiras Galeria).
Terraço quentinho
A varanda da casa sempre foi o espaço mais freqüentado pela família, mas, como era acanhada, os moradores pediramà arquiteta Clarissa Strauss que a ampliasse. O projeto incluiu a instalação de uma lareira para que eles possam aproveitar o espaço também nos dias frios. “Como a colocação de uma chaminé era impossível – acima do terraço, fica o quarto do casal -, optamos por um modelo a gás, que não libera fumaça”, diz Clarissa. A parte superior, que parece esconder a coifa, na verdade é apenas uma caixa de alvenaria.

Em sintonia com os acabamentos mais rústicos da varanda, escolheu-se o travertino romano bruto para revestir piso e lareira (Lesec Mármores e Granitos). O kit do modelo a gás (LCZ Lareiras) já vem com pedras vulcânicas, que emitem o calor. Banco de tronco de Hugo França e banqueta de couro da Casual Móveis
Ao lado dos livros
Ao empreender uma reforma completa na casa, os moradores incluíram o acalentado desejo de ter uma lareira na sala de estar. Responsável pelo projeto, a arquiteta Claudia Haguiara sugeriu colocá-la em meio à estante de livros para assim dar forma a um aconchegante canto de leitura. “O revestimento de cimento se harmoniza com a proposta contemporânea da casa, que leva materiais como vidro e madeira”, afirma Claudia. Para não causar mais interferências na estante, a chaminé fica do lado de fora.

O kit de lareira (Lazer & Cia.) fica oculto numa caixa de alvenaria, que ganhou um cimento especialmente desenvolvido para revestimento – o tipo polimérico, da NS Brazil. Nos dias em que a lareira não está sendo usada, Claudia sugere decorá-la com plantas que não precisam de muita luz nem água, como suculentas e cactos – arranjos do Atelier Alessandra Mitteldorf em vasos de Paula Almeida. Banqueta de madeira maciça da L
Reportagem Visual: MAYRA NAVARRO
Texto: LUCILA VIGNERON VILLAÇA
Fotos: EDUARDO POZELLA
casa.abril.com.br

Esta estação de 5.600m², localizada no aeroporto de Lyon – Satolas, é parte da nova geração de instalações ferroviárias destinada a atender o desenvolvimento da rede de trens de alta velocidade ( TGV ) da França.As linhas de transporte ferroviário, aéreo, e rodoviário local agrupadas num único local, contribuem para a obtenção de um sistema particularmente eficiente.Com 120m de comprimento, 100m de largura e 40m de altura, este terminal de passageiros, inaugurado em 7 de julho de 1994, baseia-se numa estrutura central de aço de 1.300 toneladas.
O projeto, que sugere um pássaro em pleno vôo, lembra o terminal da TWA do Aeroporto John F. Kennedy, criada por Eero Saarinen (1957 / 62), mas a fantasia de Santiago Calatrava é muito mais espetacular, confirmando-o como um dos mais criativos arquitetos – engenheiros contemporâneos, na linha do italiano Pier Luigi Nervi. O complexo e sua ligação com o aeroporto, se visualizado em planta, assemelha – se também com uma manta raia, sendo estas referências ao mundo animal, típicas da obra de Calatrava.Por baixo do edifício principal, passam seis linhas de trem que terminam numa plataforma coberta de 500m de comprimento, também projetada por Calatrava. As vias centrais, previstas para os trens de alta velocidade, que circulam a mais de 300 Km/h, são protegidas por uma concha de concreto, que absorve as ondas de choque provocadas pela passagem do TGV, um sistema que exigiu um rigoroso cálculo da “onda expansiva”.
Esta estação de 5.600m², localizada no aeroporto de Lyon – Satolas, é parte da nova geração de instalações ferroviárias destinada a atender o desenvolvimento da rede de trens de alta velocidade ( TGV ) da França. As linhas de transporte ferroviário, aéreo, e rodoviário local agrupadas num único local, contribuem para a obtenção de um sistema particularmente eficiente.
Com 120m de comprimento, 100m de largura e 40m de altura, este terminal de passageiros, inaugurado em 7 de julho de 1994, baseia-se numa estrutura central de aço de 1.300 toneladas.
O projeto, que sugere um pássaro em pleno vôo, lembra o terminal da TWA do Aeroporto John F. Kennedy, criada por Eero Saarinen (1957 / 62), mas a fantasia de Santiago Calatrava é muito mais espetacular, confirmando-o como um dos mais criativos arquitetos – engenheiros contemporâneos, na linha do italiano Pier Luigi Nervi. O complexo e sua ligação com o aeroporto, se visualizado em planta, assemelha – se também com uma manta raia, sendo estas referências ao mundo animal, típicas da obra de Calatrava.
Por baixo do edifício principal, passam seis linhas de trem que terminam numa plataforma coberta de 500m de comprimento, também projetada por Calatrava. As vias centrais, previstas para os trens de alta velocidade, que circulam a mais de 300 Km/h, são protegidas por uma concha de concreto, que absorve as ondas de choque provocadas pela passagem do TGV, um sistema que exigiu um rigoroso cálculo da “onda expansiva”.
Vistas externas



Vistas internas



Projeto


www.metalica.com.br, apud, Revista Taschen – Contemporary European Architects, Vol.III

Quem te vê não te conhece mais: arquitetura e cidade de Campina Grande em transformação (1930-1950)
Este trabalho de dissertação do nosso amigo Marcus Vinicius Dantas de Queiroz, já está disponível para download, o trabalho estuda a arquitetura e a cidade de Campina Grande ao longo do período 1930-1950.
Estuda as transformações no urbano e na arquitetura da cidade de Campina Grande, interior do Estado da Paraíba, entre os anos de 1930 e 1950. A partir de levantamento de fontes primárias, investiga como discursos e práticas de circulação nacional e internacional aportaram, repercutiram e foram apropriados no município.
O intuito é compreender como as investidas do poder público e da iniciativa privada, alicerçadas nos debates médicos e técnicos da época, romperam com formas anteriores de produção e uso da cidade e do edifício, instaurando novas estéticas, sensibilidades e rotinas para circular, habitar e gerenciar as necessidades do corpo. Inicialmente, analisa a cidade à luz dos 1930, como se configuraram sua modernidade e suas formas, usos, edifícios e infra-estrutura ao longo do tempo.
Em seguida, estuda como os discursos e as práticas higienistas ordenaram o cotidiano e os espaços da cidade, redefinindo suas apropriações e paisagens. Por fim, examina as ações que adaptaram a arquitetura e a antiga estrutura urbana campinense a novos padrões estéticos e de circulação viária.
Sugestões e Críticas são bem-vindas.
www.papodearquiteto.com, apud, www.teses.usp.br

Desde a aprovação do novo Plano Diretor de São Paulo, em 2002, com sua respectiva lei de zoneamento, muito tem sido escrito e falado a respeito: críticas acerbas, defesas calorosas, enfim, todo um debate sobre o texto de lei e seu conteúdo.
É chegado o momento de se proceder a uma análise não mais sobre textos, mas sim a respeito dos resultados obtidos com sua aplicação no período.
A experiência nesse período leva à conclusão de que falta à nova lei clareza e suficiência para torná-la inconteste. O texto, ao contrário, propicia interpretações dúbias e induz, muitas vezes, a conclusões discutíveis.
Não é de espantar que numa lei de dimensão e profundidade de nova lei do Plano Diretor/Lei do Uso do Solo apareçam esses tipos de problemas.
O que se deve fazer é trabalhar no sentido de corrigi-los, utilizando o mais tradicional e comprovado dos métodos, ou seja, à luz de experiências passadas e dos conhecimentos acumulados gradativamente.
É aí que, como diz o ditado, “a porca torce o rabo”.
Porque a nova lei representou um corte abrupto quanto à legislação anterior, o rompimento de um processo histórico, perdendo-se assim toda a cultura urbanística formatada ao longo de muitos anos. Cultura comum a todos aqueles que atuavam na área do projeto e da edificação e que, então, permitia um encaminhamento natural para a solução dos problemas.
As dúvidas surgidas quanto à nova lei foram encaradas inicialmente com perplexidade; substituída em seguida pelas “soluções” subjetivas, ou pior, pela procura desesperada do entendimento do texto escrito, abandonando assim as premissas urbanísticas pela “pseudointerpretação jurídica” desse texto, por mais esdrúxulos que fossem os resultados obtidos.
Evidentemente, nenhuma das duas alternativas satisfaz.
A urgente revisão da lei aparece portanto como uma necessidade absoluta. O problema é a posição de alguns segmentos da sociedade contrários a qualquer alteração, por temerem – diga-se de passagem, com certa razão – seja este o pretexto para introdução na lei de outros condicionamentos que fujam às premissas do interesse maior da cidade. Este, todavia, é um risco que temos de correr.
Principalmente numa cidade como São Paulo, onde o desenvolvimento urbano se faz de maneira irregular e sujeito a taxas ainda elevadas, criando situações difíceis e exigindo novas soluções a cada momento.
Uma legislação urbanística não pode ser estática, sob pena de se tornar rapidamente obsoleta, levando a situações insustentáveis, com prejuízos para toda coletividade. Essa foi uma má experiência que tivemos com a antiga lei e que levou à necessidade de uma reformulação e conseqüente edição da atual legislação.
Entender que a revisão do Plano Diretor é uma tentativa de desvirtuá-lo, representa apenas uma análise simplista e negativa, como negativos são os argumentos apresentados em sua defesa.
Planos devem acompanhar a dinâmica do urbanismo; negar isto é negar a realidade, é afundar a cabeça num buraco procurando nada ver, como fazem os avestruzes.
*Alberto Botti é arquiteto e sócio-fundador do escritório de arquitetura Botti Rubin, um dos mais tradicionais de São Paulo
Matéria veiculada em: 04/01/2010
www.obra24horas.com.br

Cobertura em módulos evita interdição total
A reformulação do Beira-Rio, estádio do Sport Club Internacional, vai além da modernização do complexo esportivo e prevê um plano urbanístico para o entorno. A primeira proposta está mais consolidada – a estrutura da cobertura, por exemplo, já passou por ensaios no túnel de vento da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
A revitalização, que já vinha sendo levada a cabo, aprofundou-se depois que a cidade passou a figurar na lista de candidatas a receber partidas da Copa do Mundo de 2014. Como sugere a Fifa, o estádio terá todas as suas arquibancadas cobertas. Os arquitetos recorreram a uma estrutura metálica (uma linha de pilares será implantada na parte externa do estádio) constituída em módulos, que evitará, segundo os autores, a interdição da edificação durante as obras.
Como em outras arenas da Copa, a de Porto Alegre será coberta por uma membrana de PTFE (politetrafluoretileno). Na borda interna dessa cobertura será montado o novo sistema de iluminação, além de dois telões. Para melhor acomodar o público, o projeto prevê a reconstrução da arquibancada inferior, com dimensões apropriadas para receber cadeiras em todos os lugares, e a eliminação do fosso existente, de modo a aproximar o público do campo de jogo. Novos corredores de circulação, bares e sanitários serão construídos embaixo dessa tribuna.
O projeto foi realizado por Fernando Balvedi, Gabriel Garcia e Maurício Santos (FAU/UFRGS, 2006, 2006 e 2007, respectivamente), jovens arquitetos do Hype Studio. Na proposta, o anel intermediário entre os dois níveis de arquibancada será completamente fechado por camarotes. Mais acima, na área onde atualmente existe a marquise, será inserido um espaço que os autores chamam de skyboxes – no total, serão 55 dessas caixas.
O museu dedicado ao clube (em fase final de construção), na parte sul do estádio, será conectado com a loja existente. No lado norte, será erguido um restaurante com vista para o campo. As instalações de serviços permitirão que os camarotes delas usufruam, informam os arquitetos.
Está prevista a completa abertura da circulação externa da arquibancada superior. Banheiros serão construídos junto das praças de alimentação, que receberão televisores de plasma. O atual portão 1 dará lugar a uma zona mista de 350 metros quadrados na qual ficará o acesso da imprensa e de onde se distriburá o fluxo para vestiários, centro de imprensa e sala de conferências para 120 pessoas, entre outros espaços. Os dois últimos são ambientes novos.
Na área externa, a proposta determina a construção de torres de circulação vertical, com elevadores e escadas. Com elas, amplia-se a disponibilidade de acessos do setor oeste, superior e camarotes; a arquibancada inferior, reconstruída, terá a quantidade de acessos ampliada de seis para 15. A capacidade final do estádio será de 60 mil pessoas, depois da Copa do Mundo. Durante o evento, como a Fifa exige reserva de assentos para a imprensa, esse número cai para aproximadamente 57 mil.
Texto de Adilson Melendez
Publicada originalmente em PROJETODESIGN
Edição 357 Novembro de 2009







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Cada cidade tem suas maravilhas arquitetônicas, monumentos históricos, novos arranha-céus. Que obras de arquitectura faz a sua cidade favorita especial ?
Se você gosta de passar as suas férias em caminhadas através núcleos antigos da cidade e admirando a arquitetura em seguida, esta lista irá ajudá-lo muito.
A Listphotobia compilou algumas das cidades de melhor arquitetura do mundo. Se quiser você pode completar a lista na seção de comentário .
Florença, Itália

Florença é capital de arquitectura renascentista da Europa. Coisas que você deve ver são: Academia de Belas Artes, Museu de Arte da Câmara Municipal. As igrejas também são admiráveis. Um dos imperdíveis é definitivamente uma ponte medieval Ponte Vecchio.
Paris, França

Paris tem tudo a torre Eiffel, o Moulin Rouge. A cidade em si é como um museu gigante. ! A Catedral de Notre Dame, Louvre, Arco do Triunfo … Tome um longo período de férias para ver tudo!
Berlim, Alemanha

Cidade de Berlim, antiga casa é uma boa maneira de começar o passeio. Alguns outros são Sony Center, o Reichstag, o museu judaico e muitos outros. . Desde a queda do Muro, Berlim muitos de seus edifícios foram transformados . Há também os restos do Muro de ser visto.
Brasília, Brasil

A cidade é definida como uma contorno de cruz quando visto do ar. Foi declarada Património Mundial pela UNESCO. Coisas que valem uma visita: Catedral Basílica, Palácio de Alvorada, o complexo cultural da República.
Xangai, China

Você vai encontrar alguns dos maiores trabalhos de arte moderna. O prédio mais alto do Jin Mao Tower definitivamente vale a pena ver. Na Oriental Pearl Tower, não só você vai admirar o design do edifício, mas você pode ir às compras porque é um shopping center e um hotel.
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Atenas, Grécia

Tenho certeza de Atenas precisa apenas algumas palavras para ser dito sobre ele: a Acrópole, o Partenon, Academia de Atenas e um dos mais novos – o Estádio Olímpico de Atenas.
Barcelona, Espanha

Tire um tempo de férias para esta também: Parque Guell, Palau de la Musica Catalana, Hospital de Sant Pau, Expiatori Templo de la Sagrada Familia, a Torre de Montjuïc.
Dubai, Emirados Árabes

Aqui é sem limites ! . Eles realmente construíram o que eles imaginam lá. A cidade inteira é uma maravilha arquitetônica nem vale a pena citar um edifício, em particular. Mas devo dizer que não há muito tempo, tudo isso era apenas um deserto, e nada mais.
Roma, Itália

Você não vai ver a arquitetura moderna em Roma, vai ver o Coliseu, o Fórum Romano, a Capela Sistina, a Pantheon realmente faça isso! . Você também deve visitar o Vaticano.
Chicago, Illinois


O arranha-céu palavra foi cunhada em esta maravilha da arquitetura. Então, você pode entender porque eu recomendo visitá-lo. O Sears Tower é o edifício mais alto nos Estados Unidos.Também vale a pena ver o Millennium Park e Wrigley Building.
oqueeisso.blog.br
Com mais de 94 mil m2 de área construída, o Flamboyant Shopping Center, em Goiânia – GO, é um dos maiores shoppings do país. Líder absoluto do segmento no mercado goiano é considerado um marco no comércio varejista do estado e ponto de referência em lazer para a população local.
Ao longo de 22 anos de existência, o local passou por várias expansões. A última, finalizada em novembro de 2003, previa a revitalização de sua identidade visual e a ampliação do terceiro piso com 40 novas lojas e 2 lojas-âncora, que acarretaram um aumento de 17,5% em área bruta locável e a geração de 500 empregos diretos.
O responsável pelo projeto, arquiteto Bernardo Figueiredo, da Arquitetura Espacial, do Rio de Janeiro, revestiu as paredes externas com painéis com pintura automotiva lavável nas portarias de acesso, Deck Parking e pontos alternados da fachada. Internamente, algumas áreas receberam novos pisos, portarias, escadas, iluminação e sonorização, resultando num moderno mall.
“Não poderíamos interromper o funcionamento do shopping para a ampliação. Era necessária a utilização máxima de pré-fabricação e construção seca, daí a execução de toda a estrutura em aço”, aponta Bernardo.
Para o novo pavimento, o arquiteto criou uma cúpula com 26 metros de diâmetro, e fechamento em vidro. Segundo Bernardo, “a metálica interna foi coberta com alvenaria para garantir a harmonia estética entre este e os outros pavimentos, construídos há mais de 20 anos. Mas a sua realização foi possível graças à utilização do aço”, afirma.
“Além da velocidade na execução e possibilitar o funcionamento normal do empreendimento durante toda a obra, o emprego do aço dispensa a necessidade de isolamento acústico rigoroso para proteger a estrutura já existente, o que elevaria sensivelmente os gastos. Como o nível de ruído é menor – outra vantagem do material – alguns freqüentadores nem perceberam que realizávamos uma intervenção no shopping”, conta o arquiteto.
Arquitetura & Aço – CBCA
Fachada Principal
Utilização de vidros para controle termo-acústico garante maior conforto ao ambiente
A Engevidros executou cinco telhados de vidro no Shopping Flamboyant em Goiânia. Entre eles, uma grande cúpula em forma de uma semi-esfera com 26 metros de diâmetro e outras quatro coberturas de vidro, todas elas dotadas do Sistema Engevidros Skylight, com calhas internas nos próprios perfis de alumínio, que coletam água e conduzem para o exterior.
Este sistema proporciona total estanqueidade, pois, tanto no sentido longitudinal como no sentido transversal, o vidro é totalmente apoiado sobre gaxetas de EPDM encaixadas em ranhaduras apropriadas existente nos perfis de alumínio e, entre os vidros, é aplicado silicone de cura neutra Dow Corning em todo o perímetro. O sistema tem travessa com apoio para os vidros, o que bloqueia o deslizamento dos mesmos.
Os cinco telhados foram executados com vidros refletivos, pois Goiânia é uma cidade bastante quente e a questão do controle solar foi estudada cuidadosamente. Além dos vidros refletivos, foram utilizados três tipos diferentes de intensidades de metalização, formando desenhos com vidros com proteção térmica de 50%, 70% e de 90%.
Este tipo de envidraçamento reduz a transmissão de raios solares, garantindo maior conforto ao ambiente interno.
Release – Intervalo Comunicação






Os Interiores


Ficha Técnica
Nome da Obra: Shopping Center Flamboyant
Tipo de Obra: Expansão de Shopping Center
Proprietária: Jardim Goiás Empreendimentos S.A. (Representante: Engº Miranides Esteves de Mattos) – Tel.: 546-2044
Local da Obra: Goiânia – GO
Objetivo da Obra:
* Executar expansão adicionando 40 lojas e 03 Megaestores, criando um 3º andar no Shopping sem interromper o funcionamento, garantindo a estanqueidade da obra durante a execução com o telhado existente;
* Executar o RETROFIT das fachadas existentes;
* Utilizar o máximo de pré-fabricação e construção seca.
Tempo de Execução: 12 meses
Data de Entrega: 01 de novembro de 2003.
Área: 11.000,00 m²
Modelo Estrutural:
* Estrutura principal com pilares e vigas em perfis soldados e eletrossoldados;
* Cobertura em sistemas treliçados com chapas de alta resistência à corrosão e perfis laminados.
Peso Estrutura Metálica: 800 ton.
Projetos:
* Arquitetônico: Arqtº Bernardo Figueiredo (ARQUITETURA ESPACIAL – Rio de Janeiro – RJ)
* Estrutural Concreto: Novas Lajes – Engº Guilherme Pereira (GUIPER ENGENHARIA – Rio de Janeiro – RJ)
* Reforço do Park Decking: Engº Julinho Caetano de Almeida (COLMÉIA CONSTRUTORA)
* Estrutural Metálico: Básico – Engº Guilherme Pereira (GUIPER ENGENHARIA – Rio de Janeiro – RJ)
* Reforço do Park Decking: Engº Paulo Sérgio Ribeiro (FERENGE ENGENHARIA – Goiânia – GO)
* Básico da Cúpula: Engº Jéferson Luis Andrade (ANDRADE REZENDE – Curitiba – PR)
* Detalhamento e Complementares: Engº Cezar Valmor Mortari / Engº Milton Galindo Filho (ARQUITRAVE ENGENHARIA)
Execução:
Gerenciadora/Executora: Toctao Engenharia
Responsáveis Técnicos:
* Engº Bruno Alvarenga de Meneses
* Engº Alan Alvarenga de Meneses
* Engº Geraldo Magela
* Engº Marco Antônio Boaventura
Estrutura Metálica: Arquitrave Engenharia
Responsável Técnico: Engº Cezar Valmor Mortari
Fundação: Estacas Raiz – Engº Huver Paolucci (Engesol – Goiânia – GO)
Reforço por Injeção: Engº Luís Junqueira (Solotec – Goiânia – GO)
Execução do Reforço Estrutural de Concreto Armado do Park Decking Carlos Campos Consultoria – Geol. Carlos Campos – Goiânia – GO.
Instalações:
Hidráulicas: Hidrante Engenharia – Goiânia – GO
Elétricas: NS Engenharia – Goiânia – GO
Fornecedores:
* Telhas: Telha metálica termo-acústica tipo sanduíche com EPS marca ISOESTE – Anápolis – GO.
* Lajes: Steel Deck com conectores Stud Bolts marca Metform – Betim – MG.
* Fechamentos Externos: Painéis de Fachada Metálicos, pré-pintados, termo-acústicos, com núcleo de EPS marca ISOESTE – Anápolis – GO.
* Paredes Internas: Painéis de Concreto Celular Autoclavado, armados, marca SICAL – Belo Horizonte – MG; Estruturados com perfis metálicos eletrossoldados marca USILIGTH – Taubaté – SP, executado por CONSTRUGYN – Goiânia – GO.
* Painéis de Fachadas Complementares: Alumínio composto tipo REYNOBOND – São Paulo – SP, instalados por ALUTEC – Goiânia – GO.
* Cúpulas: Estrutura Metálica tipo geodésica em perfis soldados executada por ARQUITRAVE ENGENHARIA – Goiânia – GO; Pele de vidro Total Glazzing laminados marca GLASEC – Belo Horizonte – MG;
* Esquadrias de alumínio: Engevidros – Curitiba – PR.
* Forros: Gesso Acartonado marca PLACO – São Paulo – SP, instalados por GESSOLAR – Goiânia – GO.
* Ar Condicionado: Sistema por termo-acumulação executado por TERMOESTE – Goiânia – GO.
* Instalações Elétricas: Sistema por Pipe racks executado por NS ENGENHARIA – Goiânia – GO.
* Elevador: Atlhas Schlinder
* Escadas Rolantes: Atlhas Schlinder
* Ar Condicionado: Termoeste Engenharia – Goiânia – GO
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O edifício Dragonfly propõe a reinserção da natureza no cotidiano das grandes metrópoles
Créditos: Vanda Pereira Cúneo – Assistente de Marketing

Projeto Dragonfly
O projeto Dragonfly é um edifício ecológico – em forma de libélula – que foi desenvolvido pela empresa Vincent Callebaut Architectures para resolver o problema da poluição e reconectar a população de Nova York à natureza. Sua estrutura conta com duas torres simétricas transparentes, no formato de asas, que se conectam por meio de uma estufa, climatizada graças ao sistema interno de recolhimento de energia solar. Todas as paredes são preenchidas com hortas e a água utilizada é coletada, tratada e reaplicada nas plantações. Além da arquitetura inteira focada no ideal verde, o projeto do edifício ainda destaca uma belíssima vista do skyline de Nova York.

Interior do edifício
Com áreas residenciais e comerciais cercadas de jardins, orquidários, pontes suspensas, plantações de arroz e – surpreendentemente – fazendas cheias de animais, o empreendimento terá como objetivo a produção de alimentos que possam satisfazer os habitantes da cidade. Tudo o que for colhido nesse universo verde será distribuído com maior rapidez e facilidade. Consequentemente, a circulação dos grandes caminhões que, hoje, transportam produtos agrícolas do campo para a metrópole será bastante reduzida.

Dragonfly e o skyline de Nova York

Projeto Dragonfly
www.cimentoitambe.com.br, apud, Revista Casa e Jardim – Jornalista responsável – Altair Santos MTB 2330 – Tempestade Comunicação

A área de implantação do Estádio Joaquim Américo – conhecido como Arena da Baixada – é significativamente menor que a das demais arenas que se planeja construir ou reformar para a Copa de 2014. São cerca de 59 mil metros quadrados de lote para uma edificação que deverá somar 124 mil metros quadrados construídos, ou seja, coeficiente de aproveitamento que ultrapassa o índice 2, representativo da localização central na capital paranaense. Compacto no modo como ocupa a cidade, o projeto está sendo desenvolvido pela equipe do arquiteto uruguaio Carlos Arcos (Faculdade de Arquitetura da Universidade da República, no Uruguai, 1981, e FAU/USP, 1984) e contou com a participação do escritório de Hector Vigliecca na fase preliminar de concepção.
Desde meados dos anos 1990 estava em jogo um projeto de modernização da arena, idealizado pelo arquiteto Júlio Neves e em parte pelo engenheiro Luiz Carlos Volpato, cuja realização completa esbarrava num entrave: a implantação do setor sudeste das arquibancadas. No final de 2008, o terreno vizinho foi finalmente incorporado ao complexo esportivo. A construção da arquibancada foi então iniciada e, segundo o projeto de Arcos, se transformará no principal setor dedicado ao programa especial do estádio. Em seus domínios e alinhamento estarão distribuídos, ao longo de sete níveis, as áreas de imprensa, comissões técnicas, alimentação, tribuna de honra e camarotes vip, embora estes circundem a totalidade das arquibancadas.
Já o setor nordeste, lindeiro à praça Afonso Botelho – área urbana de grandes dimensões que se planeja integrar ao estádio através de um piso em comum -, deverá atrair cerca de 65% do público fluente e na dispersão. A volumetria arquitetônica espelha essa relação pontual, ao colocar sobre a praça de acesso um volume envidraçado e retilíneo, que demarca a entrada principal do complexo.
Um dos traços distintivos do projeto da Arena da Baixada é ter potencializado a vocação de múltiplo uso do equipamento esportivo: há instalações comerciais em todos os setores, praças de alimentação e escadas de grandes dimensões junto aos vértices da edificação – de modo a enfatizar o partido de bloco único, ortogonal – e boa setorização das circulações coletivas e especiais.
Como a arquibancada inferior cresceu na direção do campo (todos os assentos serão numerados), a cobertura será reconstruída, com a proposta de uso de telha metálica perfurada e policarbonato translúcido em alguns trechos. Treliças espaciais em forma de arco farão o travamento do sistema.
www.arcoweb.com.br, apud, Texto de Evelise Grunow
Publicada originalmente em PROJETODESIGN
Edição 357 Novembro de 2009




Aproveitar espaços em tempo de ambientes pequenos não é das tarefas mais fáceis.
Muita gente opta por lojas de móveis planejados pensado que o “planejado” existente no nome por si garantirá a otimização do espaço de que dispõem.
Particularmente, não curto muito móveis planejados, simplesmente pelo fato de que são módulos, com tamanhos pré-determinados, e esses módulos são “encaixados” de forma a caberem em seu espaço, preenchendo-o totalmente.
Mas é possível ter uma cozinha adequada às suas necessidades mesmo optando por móveis planejados. Algumas dicas:
- Os melhores lugares para instalar um armário profundo são: as laterais da geladeira, a parte abaixo da bancada da pia e fogão cooktop. Armários profundos acomodam com facilidade as enormes panelas de pressão, o jogo de panelas de inox, o grill quadrado, a churrasqueira elétrica e todos aqueles objetos maiores que existem em uma cozinha. Não pense duas vezes: prateleiras abaixo da pia ou gavetões são mais úteis do que aramados que se moldam à cuba.

Embora a tendência do momento sejam móveis mais baixos, um único armário alto e profundo ao lado da geladeira faz as vezes de despensa e economiza espaço em outros módulos menores.

Acima da coifa e da geladeira são lugares de acesso mais difícil e não raro é necessário usar uma escada para manusear as peças e objetos que lá estão. Então, pense 2 vezes antes de usar nesses locais prateleiras lindas com potes lindos. Prefira armários fechados que podem ser úteis, por exemplo, para guardar aquele jogo de porcelana pouco usado.

- O projeto deve estar adequado ao seu espaço. Há diferenças entre as várias marcas, no tamanho e espessura dos materiais. Faça vários projetos em várias lojas até encontrar o mais adequado ao seu caso.

- Uma pequena bancada ou ilha, além da pia, funciona como apoio no dia-a-dia.
Mais informações no site: coresdacasa.blogspot.com
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